[Resposta] A primeira morte de CSI

Posted Julho 12, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

Desde que criei esse blog, o post  A primeira morte de CSI é o mais comentado (tudo bem só 22 comentários, mas é o bastante), também o assunto ‘morte do Warrick’ todo dia é procurado e consequentemente as pessoas acabam aqui.

Nunca dei uma resposta ao episódio que ele realmente morre tanto quando foi ao ar lá nos EUA quanto aqui. Confesso que foi preguiça.

For Warrick, que é o ponta pé inicial da nona temporada, está na minha lista dos melhores de CSI. Por que melhor? Pelo fato de podermos ver a reação de todos ao se deparar pela primeira vez com a morte de um colega da equipe.

Não lembro quem, mas alguém nos comentários questionou que essa não foi a primeira morte na série, porque lá na primeira temporada temos a Holly Gibbs que foi morta. Não a considero importante, porque essa personagem foi criada com um único intuito: morrer. Sem isso a Sara nunca entraria na trama.

901_015_jpg_400

Outro motivo para considerar um dos melhores episódios é por causa do ator que interpreta Gil Grissom, o William Petersen. Ele é simplesmente foda! Amei a reação dele como nessa cena de cima como a do final quando ele ‘discursa’ no velório.

Já que estou falando de CSI digo que desde a saída desse ator não assisto mais a série. Ela perdeu toda a graça. Comecei a assistir por causa do Grissom, porque ele me fascinou desde a primeira vez que eu o vi.

E parece que não é só eu que tem essa mesma opinião. A audiência de CSI caiu e não foi pouca, foi muito.

O enterro do vô Gentil

Posted Julho 11, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

Escrito por Andreia Martins

À tarde de domingo estava nublada e um pouco fria. No cemitério da Fazenda, em Itajaí, eu fiquei no lado de fora onde meu avô estava sendo velado. Passei aquela uma hora antes do enterro conversando com primos e tios que não via há muito tempo. Acho que velórios são situações que se tornam engraçadas. Só quando alguém da família morre para você conhecer e rever parentes, também são neles que as melhores piadas são contadas. 

Ao chegar à hora de enterrar o vô Gentil (o nome dele era assim mesmo) de 87 anos, todos os netos e filhos se reuniram entorno do caixão, mas eu, fiquei longe, no fundo da sala, sentada numa das cadeiras azuis. Não gosto de jeito nenhum desses momentos. Não me sinto à vontade. Enquanto todos rezavam percebi que alguém me olhava, porque como não sou religiosa, não rezei, então essa pessoa poderia estar pensando como sou incessível que nem reza no velório do próprio avô. Não dei importância e continuei calada e sentada.

Quando terminou, fecharam o caixão foi só ali que percebi como ele era bonito. O verniz na madeira marrom refletia a luz, fazendo-o brilhar, as alças são de metal e nelas que os netos mais velhos a seguram e o conduzem até a cova. No caminho, curiosa como sou, prestei mais atenção nas datas expostas nas lapides do que no cortejo. A maioria delas era do início do século XX, provando que ali é a parte mais velha do cemitério.

Meu avô foi colocado na cova e uma das minhas três tias começou a chorar muito, aliás, ela foi uma das poucas que choram. Eu por exemplo, não chorei. Novamente, não sou incessível, simplesmente foi um alivio, porque durante quase 10 anos meu avô sofreu com enfartes, derrames, o último há três anos, o deixou na cama sem falar e sem andar, além de ter Alzheimer na qual não reconhecia mais ninguém. Acabou se tornando um alivio para a família, pois assim ele parou de sofrer.

Observo todos a minha volta, estão olhando para o coveiro, um homem gordo que veste roupas rasgadas, estava ali para cumprir seu papel: vendar a túmulo dando o sinal que assim todos podem ir embora de cabeça baixa e olhar triste.

Não quero te abandonar

Posted Julho 7, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

Dá raiva. Oh como dá. Criei esse blog pra escrever, mas ele está parado. 

Já prometi, mas pelo visto não posso mais fazer isso. Não dá.

Toda vez que prometo que vou continuar a escrever no blog, não cumpro.

A solução é deixá-lo ele aqui e quando me der vontade (como agora), escrever e postar alguma coisa. Tudo sem compromisso.

Então está combinado. Quando der na telha, eu posto.

Sem mais promessas, porque não quero abandoná-lo.

Ser fã é ser criativo [3]

Posted Março 27, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

Ser fã é ser criativo [1] e Ser fã é ser criativo [2]

Gosto muito de vídeos feitos por fãs de séries, a maioria deles são bem criativos. Veja três.

É um fanvideo da série NCIS que utiliza a música Men in Black cantada por Will Smith para o filme Homens de Preto. O que chama atenção é a edição  bem feita e, assim, fazendo as cenas combinarem com a letra e o ritmo da música.

Em 3d, a autora do vídeo criou uma cena ou sequência para a série Monk. Nela estão, Monk  e sua assistente Natalie. Ele teima com a estampa da camiseta dela e pede para trocar. Várias trocas são feitas até ela não aguentar mais. Não contarei o resto para não ser estraga prazer. Está em inglês, mas mesmo se você não souber dá para entender. Assistam até o final que com certeza vão dar boas risadas.

O terceiro e último vídeo é sobre House. Não tem o que falar sobre ele, somente assistam que um sorrisinho nos lábios irá surgir. A música é Trouble da Pink.

UC Men’s Octet

Posted Março 26, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

A cada ano oitos garotos que estudam na Universidade da Califórnia, em Berkeley, são escolhidos para fazer parte desse, digamos, coral, que de maneira humorada, cantam músicas que marcaram épocas ou as atuais. Usam terno e gravata e, não sei se é requisito, mas todos tem cara de nerd, porém cantam extremamente bem.

Descobri eles essa semana e o que mais me agradou são os de 2003 e 2008. Vou por aqui alguns vídeos. Assistam esses e depois no Youtube vejam os outros.

UC Men’s Octet (2008) – Because You

UC Men’s Octet (2003) – Bohemian Rhapsody

Isso tudo me lembra o que um brasileiro fez usando só a edição.

É preciso saber viver – 11 vozes e palmas

House – 5ª temporada

Posted Março 20, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

Tags:

Ao contrário de muitos que estão achando essa quinta temporada de House fraquinha, eu acredito que ela continua sendo a mais interessante, criativa, dramática e humorada das séries atuais.

Talvez o que está causando estranheza é que nessa temporada o foco não está tanto no dr. House e sim nos outros membros da equipe: Kutner, Taub, Thirteen (muito mais nela do que nos homens) e um pouquinho em Foreman. Também outro fator é que praticamente Cameron e Chase viram figurantes. Pouquíssimos episódios mostram eles e quando os mostram é somente em uma cena. Às vezes eles tem sorte e aparecem em mais de uma.

Porém ela continua mantendo o seu formato. Casos interessantes, paciente com doenças esquisitas e, acima de tudo, House continua o mesmo de sempre: sarcástico!

O próximo episódio que será transmitido semana que vem lá nos EUA, tem tudo para se tornar mais um excelente episódio.  Só para dar um gostinho veja a promo aqui embaixo.

Juanes, vale a pena ouvi-lo

Posted Março 15, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

juanes

Juanes… Quem? Você nunca ouviu falar desse cantor? Então está perdendo um dos melhores da America Latina.

Ele é um colombiano que nos países hispânicos é literalmente  o cara. Infelizmente aqui no Brasil não damos valor para cantores e bandas dos países vizinhos. E estamos cometendo um pecado, porque há muita coisa boa bem perto da gente.

O Juanes é um deles. Ele é muito, mas muito bom. Conheci suas músicas há alguns anos quando estava assistindo o Grammy Latino e ele foi o dono da festa. Ganhou prêmios e tocou ao vivo. Depois daquele dia comecei a acompanhar e saber mais sobre ele.

O seu estilo, defino como um pop rock, mas o ritmo é muito bom para dançar a dois.

Baixei essa semana o último CD, chamado La Vida és un Ratico. Perfeito do início ao fim. A música que dá título ao CD é a mais bonita.  Tem uma mensagem linda. Quem puder ouça.

Veja o clipe da música Gotas de Agua Dulce, que está nesse CD.

Você que é míope, nunca dirija sem óculos

Posted Março 15, 2009 by deiamartins
Categories: Posts

Primeiro de tudo: depois de meses sem postar nada no blog, ó eu aqui de novo!

 

 

Ontem fui ao casamento de minha prima. Estava toda produzida. Maquiada, cabelo arrumado e um vestido lindo e, como sou míope, não combinava os óculos com a roupa, então fui sem eles. Alguém pode pensar, usa lente de contato, mas eu não tenho.

 

Quem dirigiu até a igreja e depois até o local da festa foi o meu irmão. As horas passaram e este meu irmão chega até a mesa onde eu estava junto com a minha irmã e meu cunhado e pergunta se ela não estava indo, porque queria ir junto com eles. Minha irmã concordou e ele me deu a chave do carro para que eu levasse a minha mãe que preferiu ficar um pouco mais.

 

Nessa hora pensei, putzs… será que vou enxergar? Minutos depois minha mãe decidiu ir embora e levar a minha vó até a casa dela que fica próxima a nossa.

 

Entrei no carro, tirei o salto alto, liguei e fui embora. A minha sorte foi que o local da festa do casamento é perto de onde moro, então eu já conheço aquele caminho e todos os seus buracos de cor. Mas do mesmo jeito dirigi com cautela. Encostei o peito no volante, forcei a visão e fui indo. Meus olhos lagrimejavam, minha cabeça doía porque estava forçando muito.

 

Quando estava na avenida que dá a acesso a minha casa, nela tem um canteiro que só agora compreendi porque é o local em que todo mundo bate. Você vem vindo numa reta e do nada há esse canteiro e a curva, mas para quem está sem óculos e bêbado (o que não foi o meu caso), há uma gigantesca chance de bater. Sabia muito bem que aquele canteiro estava lá, por isso não bati. Mas o canteiro é tão mal sinalizado que é muito ruim para enxergá-lo.

 

Depois de deixar a minha avó na casa dela,  fui para minha. Quando entrei em casa à primeira coisa que fiz foi procurar os óculos e pô-los.

 

Nunca mais eu dirijo sem eles e também não corro o risco de levar uma multa.

Não morri, não!

Posted Dezembro 19, 2008 by deiamartins
Categories: Posts

Tags:

Este blog está parado há um bom tempo. Culpa da falta de tempo e vontade.

Pretendo retornar em 2009 com um novo layout e, este blog, não mais SÓ tratará sobre séries, mas sobre tudo o que eu tiver vontade de escrever.

Então, se alguém ler isto, um Feliz Natal e um Próspero Ano novo.

Até 2009!!

Comecei a ver, mas ela já tinha sido cancelada

Posted Julho 28, 2008 by deiamartins
Categories: Posts

Não sei se é azar, mas já fiquei viciada em muitas séries que terminaram há alguns anos. E sempre lamento porque não assisti na época que passou! Enfim, tentei fazer uma lista dessas tais séries.

 

Jeanne é um gênio: sim essa é antiga! Da época que meus pais eram somente crianças e só pensavam em brincar. Mas, Jeanne, pra mim é uma das séries mais legais já feita. Acho que comecei assisti-la quando a Rede TV! estreou e junto com ela passava também ‘A Feiticeira’ (que nunca me agradou). O canal parou de passar e só voltei a vê-la quando estava dando uma voltinha nos canais e descubro o tal Canal 21. Eu torcia igual uma louca pro Major Nelson ficar com a Jeanne e, também morria de ri nas situações que ela o colocava. E não esquecendo do mulherengo Major Healey que era outro atrapalhado. Mas, com certeza, o que sempre me chamou atenção nela é o desenho da abertura e claro a música. Hoje em dia, infelizmente, acho que não é transmitida por mais nenhum canal ou eu não sei onde passa.

 

Mad About You: interessei-me por ela por causa da Helen Hunt que é uma das minhas atrizes preferidas. Não sei quando comecei a assisti, mas tenho certeza que já vi todos os episódios e infelizmente odiei o final futurista. Mas fora isso essa série é outra que com certeza continuarei a assistir.

 

The Nanny: junto com ‘Jeanne é o gênio’, descobri ela no tal Canal 21 (hoje se chama canal Play) e depois a encontrei no canal Sony. Acho que foi a primeira série que me deixou viciada mesmo de chegar a faltar à aula para assistir um episódio que não tinha visto na última reprise. Sim parece idiotice, mas não ia ter prova mesmo! Enfim, Fran Fine e Maxwell Sheffield torci, ri muito com eles.

 

Blind Justice: (sinopse) Steven Bochco produz um inovador e moderno drama policial. O personagem principal, o detetive de Nova York Jim Dunbar, ficou cego em um tiroteio quando seu parceiro deixou de lhe dar cobertura. Ele poderia ter se aposentado depois do acidente, mas lutou para permanecer no cargo, determinado a provar que ainda tem o que é necessário. Agora, ele foi transferido para uma nova jurisdição onde pretende cuidar dos casos com a ajuda de seu cão-guia, Hank.

Infelizmente esta série não completou uma temporada, teve 13 episódios e foi cancelada. E que poucas pessoas a conhecem. Sinto por ela porque a adorava. Achei o trama muito bem escrito e as atuações dos atores muito boas. Já tava torcendo pro Jim largar a mulher e ficar com a parceira.

 

Dead Like Me: outro cancelamento injusto. A série é meio mórbida, tem humor negro, mas era EXCELENTE. Soube que ia ter um filme pra consolar os fãs órfãos, porém não sei se saiu.